O mercado de trabalho em Rondonópolis encerrou o ciclo anual com indicadores robustos, consolidando a cidade como um dos principais polos geradores de oportunidades em Mato Grosso. De acordo com os dados consolidados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o município apresentou um saldo positivo expressivo, impulsionado majoritariamente pelo setor de Serviços, que sozinho respondeu pela criação de 2.525 novos postos de trabalho. Sob a gestão do prefeito Cláudio Ferreira, a política de fomento à desburocratização e atração de investimentos tem surtido efeito na diversificação da economia local, permitindo que o comércio, com um saldo de 599 vagas, e a agropecuária, com 191, também terminassem o período no azul, equilibrando a balança comercial do emprego.
Politicamente, os números são utilizados pela administração de Cláudio Ferreira como evidência da eficácia das parcerias público-privadas e do ambiente favorável aos negócios estabelecido em Rondonópolis. Economicamente, o desempenho do setor de serviços é um termômetro da vitalidade do consumo interno e da força logística da cidade, que atua como centro prestador de serviços para toda a região sudeste do estado. A profundidade desta análise revela que, embora a Construção Civil tenha enfrentado um ajuste técnico com saldo negativo de 815 vagas, a robustez dos demais setores foi suficiente para manter a curva de crescimento ascendente. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Wesley de Melo, argumenta que as oscilações em setores específicos são sazonais e não comprometem a capacidade de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) municipal, que segue atraindo novas indústrias e plantas processadoras.
A análise técnica dos dados indica que a qualificação da mão de obra será o próximo grande desafio para manter o ritmo de contratações em 2026. A integração entre o poder público e entidades de classe busca suprir a demanda por profissionais especializados, especialmente na indústria, que fechou o ano com um saldo positivo de 35 postos, mas com potencial de expansão represado por falta de técnicos. Para o cidadão rondonopolitano, o cenário é de otimismo moderado, com a manutenção da renda média e a abertura de novos canais de inserção profissional.
