A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá instaurou um inquérito policial para apurar a morte da advogada Viviane de Souza, de 30 anos, encontrada morta em seu apartamento no bairro Jardim Aclimação, em 17 de setembro. Embora o caso tenha sido tratado inicialmente como suicídio, a família da vítima contesta veementemente essa hipótese.

Os familiares da advogada criaram um perfil nas redes sociais para pedir esclarecimentos e levantar dúvidas sobre as circunstâncias da morte. Entre os pontos questionados, destacam-se:

  • Circunstâncias do Encontro: Viviane foi encontrada com um cinto no pescoço, preso à maçaneta do banheiro, que possui menos de um metro de altura, o que, para a família, contradiz a hipótese de que ela teria tirado a própria vida.
  • Manipulação da Cena: Os parentes alegam que o ex-namorado da vítima, que forneceu a senha do apartamento e estava em posse do celular dela, teria movido o corpo antes da chegada da perícia.
  • Liberação do Corpo: A família critica o tempo de apenas 37 minutos para a liberação do corpo após a chegada da perícia, e o fato de a mãe ter assinado o termo de reconhecimento sem ver a filha.

A DHPP está realizando oitivas de testemunhas e aguarda o resultado de exames periciais para esclarecer as reais circunstâncias da morte. A Polícia Civil não forneceu mais detalhes para não atrapalhar o andamento das investigações.