A gestão do prefeito Cláudio Ferreira acaba de dar um nó definitivo em um dos problemas mais absurdos que assombravam a saúde pública de Rondonópolis: o armazenamento precário de medicamentos. Antes entregue ao calor excessivo de um galpão sem forro, onde as caixas de remédios “cozinhavam” e se perdiam pela má conservação, o almoxarifado central agora vive uma realidade de primeiro mundo. O espaço, que segundo funcionários era tão vazio que “dava para dançar um baile”, hoje está abarrotado de insumos e devidamente climatizado com ar-condicionado e insulfilme nas janelas. É o fim da era do desperdício de dinheiro público, onde a falta de uma estrutura mínima de refrigeração contribuía diretamente para o desabastecimento das prateleiras dos postos de saúde.
Ao exibir o novo cenário, o prefeito destacou que soluções práticas e planejamento foram suficientes para transformar o ambiente insalubre em um estoque modelo, garantindo que o remédio chegue com qualidade total ao cidadão. O farmacêutico responsável pelo setor confirmou que a mudança no ambiente reflete diretamente na agilidade e na preservação química dos itens, algo que era negligenciado anteriormente. Com o galpão cheio e “geladinho”, a administração de Cláudio Ferreira envia um recado claro de que a eficiência na saúde começa nos bastidores, provando que o respeito ao contribuinte passa, obrigatoriamente, pelo cuidado com cada comprimido comprado com o dinheiro do povo.
