O clima esquentou nos bastidores entre Palmeiras e Grêmio neste início de ano. O motivo do desconforto tem nome e sobrenome: Weverton. O goleiro e ídolo alviverde virou o alvo principal do clube gaúcho, que busca um nome de peso para fechar o gol em 2026. A notícia de que houve uma conversa direta entre o Grêmio e os representantes do atleta caiu como uma bomba no Allianz Parque, gerando uma irritação visceral na cúpula palmeirense.

A diretoria do Verdão não escondeu o incômodo com a forma como a situação foi conduzida. O clube entende que a postura do Grêmio e dos empresários de Weverton atropelou a etiqueta do mercado, já que o goleiro tem contrato vigente e é peça fundamental no esquema do time. Para o Palmeiras, tentar seduzir um titular absoluto sem antes procurar a instituição é um desrespeito à história do jogador no clube e aos compromissos firmados no papel.

Apesar do assédio vindo do Sul, o Palmeiras não pretende facilitar a vida de ninguém. A conta para tirar o “paredão” de São Paulo é alta, e o clube sinaliza que não tem interesse nenhum em abrir mão de sua liderança debaixo das traves. O recado dado aos intermediários foi claro: Weverton é patrimônio do clube e qualquer tentativa de tirá-lo do ninho sem uma negociação oficial e vantajosa será barrada com força total. O jogo de xadrez do mercado da bola acaba de ganhar um capítulo de tensão entre dois gigantes do futebol brasileiro.