A chegada de Pedro Taques ao comando do PSB em Mato Grosso já mostra que o estilo “mão de pilão” do ex-governador continua intacto e pronto para o embate político. Ao assumir o leme da sigla, Taques não perdeu tempo e já colocou um freio na debandada de vereadores que planejavam seguir os passos de Max Russi rumo ao MDB. Essa primeira movimentação de força indica que o partido não pretende ser apenas um coadjuvante ou um trampolim para outras legendas, mas sim um polo de resistência e articulação para 2026. A estratégia de segurar os mandatos na marra impõe um novo ritmo ao PSB e sinaliza aos aliados e adversários que a casa agora tem um novo dono, com apetite para reorganizar o tabuleiro e manter a relevância do grupo no cenário estadual. Resta saber como a base reagirá a esse comando mais rígido, mas o recado inicial é claro: quem quiser sair, terá que enfrentar a mão de ferro de quem já sentou na cadeira mais importante do Palácio Paiaguás.
Pedro assume com mão de pilão no PSB
