Os concursos públicos em 2026 começaram fervendo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está com dois movimentos viscerais que prometem movimentar milhares de candidatos em todo o Brasil. O primeiro é a autorização oficial para a contratação impactante de 39.108 profissionais temporários, destinada aos censos Agropecuário e da População em Situação de Rua. O segundo é a seleção que já está com inscrições encerradas, mas que mantém milhares de pessoas na expectativa das provas marcadas para o início de março.
Para o novo certame autorizado, a trama envolve um volume massivo de oportunidades, sendo a maior parte destinada ao cargo de Recenseador, com 27.330 vagas que exigem apenas o nível fundamental. O edital oficial tem um prazo de até seis meses para ser publicado, o que significa que as regras e o cronograma de inscrições devem ganhar o asfalto até meados de junho. Além dos recenseadores, a autorização contempla cargos de Agente Censitário Supervisor, Analista, e funções de apoio administrativo e de informática, com escolaridades que variam do nível médio ao superior.
Enquanto o novo edital não sai, o “serviço” já está avançado para quem se inscreveu no processo seletivo de 9.580 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento e Supervisor de Coleta e Qualidade. As provas objetivas para este grupo serão aplicadas no dia 1º de março de 2026, em todos os municípios com oferta de vagas. Para esses cargos de nível médio, as remunerações variam de R$ 2.676,24 a R$ 3.379,00, além do atraente auxílio-alimentação de R$ 1.175,00.
A conta para participar desses processos geralmente envolve uma taxa de inscrição acessível, que no último certame foi de R$ 38,50. Têm direito à isenção total do valor os candidatos inscritos no CadÚnico (membros de família de baixa renda) e doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde. É uma chance de ouro para quem busca um fôlego financeiro no serviço público. A recomendação é clara: fique atento aos canais oficiais e ao site da banca organizadora (que no processo atual é a FGV), pois a concorrência promete ser visceral para ocupar esses postos de trabalho em Mato Grosso e em todo o país.
