O Palácio do Planalto transformou-se numa oficina de funilaria e pintura para tentar esconder os amassados de um governo que não decola nas pesquisas. Com a popularidade em queda livre, a ordem de Lula é colocar o pé na estrada com a chamada “Caravana da Pátria”, focando em estados conservadores e redutos onde o petismo é visto com desconfiança. A estratégia desesperada tenta empurrar goela abaixo do eleitor programas como o “Pé-de-Meia” e anúncios de investimentos que, na prática, servem apenas como cortina de fumaça para o aumento real no custo de vida. É o puro marketing tentando vender um país de fantasia enquanto o cidadão comum faz malabarismos para fechar o mês com o orçamento apertado.

Contudo, o que realmente faz os aliados de Lula perderem o sono não é apenas o gráfico descendente da aprovação, mas a sombra cada vez maior da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. O pânico nos corredores de Brasília é tão latente que o governo já ativou o “comitê da maldade”, uma usina de ataques coordenada para fabricar dossiês e tentar assassinar a reputação do oponente. Em vez de apresentar soluções concretas para o país, o Planalto prefere investir no submundo da política, operando nas sombras para denegrir opositores e tentar frear um crescimento que as pesquisas internas já apontam como ameaçador. Enquanto o presidente ensaia um carisma corroído pelo tempo e pela má gestão, seus operadores trabalham freneticamente na lama, desesperados com a possibilidade real de verem o poder escorregar por entre os dedos diante de uma oposição que se fortalece a cada erro da gestão petista.