A cortina de fumaça armada por setores da oposição para tentar empurrar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o centro do escândalo internacional conhecido como “Noite das Astronautas” desmoronou de forma definitiva nos bastidores de Brasília. Informações técnicas e checagens rigorosas de sua agenda oficial comprovaram que, na época em que o polêmico evento foi realizado em Nova York, o parlamentar estava em pleno exercício de suas funções em território brasileiro. O dado incontestável joga um balde de água fria nos comitês adversários e encerra o rastro de especulações maliciosas que circulavam com força nas redes sociais nos últimos dias.

O rastro desse desmentido oficial corrobora as declarações recentes do ex-governador Anthony Garotinho, que já havia vindo a público jurar que o filho do ex-presidente não aparecia nos registros visuais da festa americana. A comprovação de que Flávio sequer cruzou as fronteiras do país no período do ocorrido expõe o desespero e o racha metodológico de grupos políticos que tentaram fabricar uma crise artificial para desgastar a imagem da principal liderança do PL fluminense. Com os fatos restabelecidos, a armação de bastidor perdeu totalmente o fôlego e gerou um forte desarranjo na credibilidade dos perfis que inflaram o boato.

Nos corredores do Congresso Nacional, o desfecho do caso foi celebrado pelo comitê central da direita como uma vitória cirúrgica contra as campanhas de difamação. Lideranças partidárias avaliam que a tentativa rasteira de criar um racha na reputação de Flávio Bolsonaro acabou fortalecendo o bloco conservador, que agora usa o episódio para emparedar a oposição e exigir punições severas contra a disseminação de notícias falsas. Enquanto os estrategistas que alimentaram a polêmica correm para apagar as postagens e tentar desviar o foco, o rastro da verdade prevalece, deixando a bancada liberal com o caminho livre e limpo para as próximas articulações.