A Polícia Federal (PF) informou o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a “possível inclusão” do tenente-coronel Mauro Cid e de seus familiares no Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas. A medida é vista pela corporação como “indispensável à preservação da integridade física” do réu e de seus parentes.
Mauro Cid, que atuou como ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, fechou um acordo de colaboração premiada em uma ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado no país.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, encaminhou o ofício da PF à Procuradoria-Geral da República (PGR), dando um prazo de cinco dias para que o órgão se manifeste sobre a inclusão.
A PF destacou que a participação no programa depende da aceitação expressa das regras e condições previstas, que incluem sigilo e medidas de segurança específicas para a proteção de testemunhas e réus colaboradores.
