O agronegócio brasileiro acaba de ganhar um novo membro em seu seleto “clube dos cem”, e ele vem com o selo de qualidade de Mato Grosso. O CEO da Sell Agro, empresa que nasceu para otimizar o que já era gigante, foi oficialmente listado entre os 100 nomes mais influentes do agronegócio nacional. A conquista não é para qualquer um que saiba apenas operar uma colheitadeira; estamos falando de figurar lado a lado com lendas vivas como Blairo Maggi e Eraí Maggi, os verdadeiros “donos do jogo” no estado. Para o empresário, a indicação é o reconhecimento de que o setor de adjuvantes e tecnologia de aplicação não é apenas um coadjuvante na lavoura, mas uma peça lucrativa e essencial no tabuleiro bilionário do campo.

Estar no mesmo parágrafo que os Maggi é como ganhar o Oscar da soja, só que com muito mais poeira e dividendos envolvidos. A Sell Agro, sob a batuta de sua liderança, conseguiu furar a bolha dos grandes produtores tradicionais para mostrar que a inteligência química e a gestão estratégica também têm assento garantido na primeira classe do agronegócio. Enquanto muitos ainda discutem o preço da saca, o novo integrante da lista dos influentes prova que a verdadeira colheita se faz com inovação e uma rede de contatos que agora se estende até o topo da pirâmide produtiva do país.

Resta saber se, após o brinde e as fotos oficiais no pódio da influência, o ritmo de expansão da Sell Agro vai acompanhar a velocidade das fofocas nos bastidores de Cuiabá e Rondonópolis. O fato é que Mato Grosso continua exportando não apenas grãos, mas nomes que agora ditam as regras do mercado nacional. Para os veteranos da lista, a chegada do novo “influencer” do agro é o lembrete de que o sangue novo no setor vem com sede de inovação e, claro, um apetite voraz por uma fatia cada vez maior desse bolo que insiste em crescer a cada safra.